BRUNO E MARRONE

01/10/17
BRUNO E MARRONE

Horaires:
Doors: 18H00Show: 19H30
 
Infos supplémentaires sur le lieu de la manifestation:
Main Hall:Standing
 
Prix:
Gold: 60€ + 6€ presale feeStandard: 45€ + 4,50€ presale feeVip: 90€ + 9€ presale fee
 
Autres informations:
Organized by: Myconceptevents
 
Informations sur les tickets:
ticket available
 
BRUNO
Vinicius Félix de Miranda (Bruno), filho de Dona Anita e Seu Deusdedites, nasceu em Goiânia (GO), no dia 22 de abril. Desde pequeno, quando visitava a propriedade rural de seu pai, demonstrava paixão por fazendas e cavalos. Dona Anita, mãe de Bruno, conta que o filho devia ter uns seis anos quando aprendeu as primeiras notas musicais. Ele era tão pequeno que nem conseguia segurar direito o violão do pai. Logo ganhou um cavaquinho e animava os encontros da vizinhança. Parece que Bruno estava mesmo predestinado a seguir o caminho da música. Ele foi incentivado pelos pais a tomar conta de uma das farmácias da família, mas passava o tempo cantando e tocando violão, para alegria dos balconistas.
Decidido a seguir carreira, ele formou dupla com o primo Ricardo. Era Vinicius e Ricardo. Mas o projeto acabou não dando certo. O cantor Leonardo apresentou-o a Marrone. Os dois resolveram tentar a sorte juntos.


MARRONE
José Roberto Ferreira (Marrone), filho de Dona Odete e Seu Vicente, nasceu em Buriti Alegre (GO) no dia 9 de novembro. Como morava em um sítio, ocupava seu tempo em passeios a cavalo e banhos de rio. Muito cedo Marrone tomou gosto pela música e se apaixonou pelo acordeon. "Betinho era tão pequeno que ficava escondido atrás do instrumento, devia ter uns cinco anos", lembra Dona Odete. Marrone ia para a lavoura com o pai, mas driblava os serviços e ficava a maior parte do tempo debaixo de uma árvore tocando acordeon. Aos 12 anos, ele tocava nos bailes da fazenda. O sonho de fazer carreira com a música era uma constante. Marrone tentava se firmar, ao lado do irmão Valdir. Em um período, formaram a dupla Régis e Ronaldo. Depois, ele fez parte da banda de algumas duplas conhecidas (Janaína e Jaciara, Matão e Monteiro, Cleiton e Cristiane).